segunda-feira, fevereiro 11, 2013

RuralMAX 2013 - Congresso Brasileiro de Telecomunicações Rurais


RuralMAX 2013

Já estão abertas as incrições gratuitas para o RuralMAX 2013 - Congresso Brasileiro de Telecomunicações Rurais.

O evento será no dia 8 de maio de 2013 no Hotel Paulista Plaza em São Paulo. Trata-se de evento oficial da ABRATER, Associação Brasileira de Telecomunicações Rurais, que agrega as principais empresas do setor no país, além de representantes do governo, agências reguladoras e comunidade acadêmica.
 
Mais informações em http://www.ruralmax2013.com.br/

segunda-feira, março 12, 2012

RuralMAX 2012 - Congresso Brasileiro de Telecomunicações Rurais


Já estão abertas as incrições gratuitas para o RuralMAX 2012 - Congresso Brasileiro de Telecomunicações Rurais.

O evento será no dia 9 de maio de 2012 no Hotel Paulista Plaza em São Paulo. Trata-se de evento oficial da ABRATER, Associação Brasileira de Telecomunicações Rurais, que agrega as principais empresas do setor no país, além de representantes do governo, agências reguladoras e comunidade acadêmica.

Mais informações em http://www.ruralmax2012.com.br/

quarta-feira, agosto 10, 2011

Abrater é destaque na Revista Globo Rural










Alô, é da fazenda?



Enquanto o governo tenta universalizar a comunicação no campo, produtores saem à caça de alternativas de telefonia e banda larga

por Mariana Caetano | Fotos Ernesto de Souza

O pecuarista Luciano Borges Ribeiro, selecionador de nelore em Uberaba (MG), perdeu as contas de quantos negócios deixou de fechar por falta de um bom serviço de comunicação na fazenda. Era comum ele começar a falar ao celular e a ligação cair ou a voz ir sumindo aos poucos – isso quando o aparelho funcionava. Por tais motivos, há cerca de um ano, Ribeiro resolveu instalar um amplificador de sinal celular no recinto de leilões da propriedade, a Rancho da Matinha. “Muitas vezes, recebíamos técnicos de outras fazendas que, por não conseguirem contato com os patrões, acabavam não dando mais lances de compra”, conta.
O equipamento ampliou a comunicação no ambiente de remates, mas o pecuarista ainda queria ir mais longe. Ao elaborar com um grupo canadense um projeto que mede a eficiência alimentar de bovinos, Ribeiro decidiu instalar uma torre de comunicação de 36 metros de altura na propriedade de 1,2 mil hectares para ter, além de ligações telefônicas de qualidade, acesso à internet rápida. “Precisamos de conexão 24 horas para enviar dados para o Canadá, e a torre deve estar em funcionamento até junho”, prevê.
Ribeiro está deixando de fazer parte do enorme contingente da população rural brasileira que dispõe de pouca – ou por vezes nenhuma – oferta de comunicação. Segundo dados de 2009 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os mais recentes disponíveis, somente 4% dos domicílios situados no campo têm acesso à internet e outros 9% contam com telefone fixo. Apenas no caso da telefonia móvel os números são menos alarmantes: pouco mais de 50% das residências rurais já possuem celulares – embora, dependendo da região, o sinal seja vacilante.
“Temos grande dívida com esse setor. Há um atraso em relação à área urbana e queremos começar a mudar isso”, afirma o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. Tendo em vista o problema, firmou-se na pauta do governo a discussão sobre a renovação do Programa Geral de Metas de Universalização (PGMU 3), que contemplaria o atendimento das necessidades de telefonia fixa rural e, possivelmente, de banda larga. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) está finalizando um relatório, e as alterações nos contratos de concessão devem ser definidas em junho. Um dos pontos mais importantes do novo PGMU é a destinação da faixa de 450 megahertz (MHz). As principais vantagens da faixa, hoje utilizada exclusivamente pela Polícia Federal, são o maior alcance e a consequente redução do número de torres necessário, o que diminui o custo de operação. ”Estima-se que a liberação da frequência de 450 MHz possa fazer deslanchar 8 milhões de acessos, originados em residências e empresas rurais”, afirma Bernardo.
O licenciamento da faixa ainda é uma incógnita. A dúvida é se a tarefa ficaria com as grandes concessionárias de telefonia, com a Telebrás (que já manifestou interesse) ou com as operadoras de serviço de comunicação multimídia (SCM), provedores menores de atuação regional. Esta última hipótese é a preferida da Associação Brasileira de Telecomunicações Rurais (Abrater). “Temos preocupação com o lobby das grandes operadoras de celular, que talvez não venham a cobrir o meio rural da maneira ideal. É preciso definir detalhadamente as áreas de cobertura”, afirma o presidente da entidade, José Orlando Witzler.
Enquanto não se criam soluções que verdadeiramente universalizem o acesso à comunicação no interior do país, produtores investem de forma individual em novas tecnologias. Uma das alternativas é o amplificador de sinal celular, a aposta de Luciano Ribeiro, de Uberaba. Ele é baseado em uma antena que capta o sinal de uma torre próxima e o retransmite no ar, possibilitando serviços de voz e internet. Esse equipamento sempre foi caro e de grande porte – era parte da infraestrutura das operadoras de celular para cobrir áreas com sinal escasso, como túneis. Mas, há dois anos, surgiram amplificadores de baixo custo e potência, como o da Neger Telecom. “O próprio usuário pode fazer a instalação e o equipamento é pequeno a ponto de poder ser enviado pelo correio”, explica Eduardo Neger, presidente da empresa.
Na esteira da redução de custos no acesso a telecomunicações, chegou ao mercado brasileiro, no final do ano passado, uma tecnologia alemã que oferece um tipo de estação de rádio base de porte reduzido e mais em conta, destinada a áreas de baixa densidade populacional: a nano-BTS. Esse equipamento, responsável pela conexão entre telefones celulares e operadoras de telefonia, já vinha sendo usado por companhias aéreas que ofertam comunicação a bordo. A tecnologia proporciona serviços de voz e de dados, o suficiente para realizar tarefas cotidianas, como o envio de e-mails. No sistema, telefones celulares funcionam como se fossem ramais móveis de um PABX (central telefônica que reúne todas as chamadas feitas na propriedade), que podem se conectar com o exterior da fazenda através de um satélite.
A estrutura da nano-BTS é formada por uma miniestação de rádio base, à qual é aplicado um algoritmo de compressão, permitindo que seja possível usar uma banda de satélite muito menor. Assim, o sistema viabiliza o custo do satélite, ainda elevado no país, porque o índice de compressão é 500% maior que o de uma estação convencional. “A grande economia é no operacional, mês a mês, pois o usuário passa a arcar com um custo bem menor de satélite para ter o mesmo tráfego”, diz Roberto Aroso, presidente da consultoria Aroso & De Laurentis, responsável pela comercialização do produto no país.
De fato, os satélites são peças importantes para dinamizar o acesso às comunicações rurais. Há dois tipos deles: os de baixa órbita e os de órbita mais elevada, chamados de geoestacionários. Os primeiros, mais próximos da superfície terrestre, têm terminais menores, porque é necessário menos potência para alcançá-los. “Esses terminais são equipamentos portáteis que mais parecem telefones celulares”, afirma Ciro Chudo, diretor comercial da Arycom, que representa no Brasil companhias internacionais que trabalham com os dois tipos de satélite.

Atualmente, um dos maiores clientes da Arycom no país são as Forças Armadas, que utilizam o serviço de satélite especialmente em operações de mapeamento da Amazônia. “A atuação na área rural é uma meta, mas temos um caso ou outro”, afirma Chudo. Quem também quer ampliar o leque de clientes do agronegócio é a Hughes, uma das líderes mundiais em comunicação por satélite. Hoje, os usuários do campo representam pouco menos de 10% do faturamento anual da empresa no Brasil – nos Estados Unidos, onde fica a matriz, o segmento responde por cerca de 20% dos ganhos. Para Rafael Guimarães, diretor de marketing da companhia, o satélite oferece um benefício fundamental: a possibilidade de atendimento em todo o Brasil. “E há grande confiabilidade e estabilidade no fornecimento do serviço”, diz.
Foi por conta dessas vantagens que a empresa agrícola Irmãos Walker, de Barreiras (BA), decidiu investir na banda larga via satélite oferecida pela Hughes. Há quatro anos, a Irmãos Walker iniciou um processo de profissionalização da gestão, mas o serviço de internet que tinha na época não era adequado ao novo modelo de negócio. “O sistema não era otimizado para uso corporativo, então havia dificuldade de compartilhamento da conexão com vários usuários para uso de e-mail e programas de mensagem instantânea”, diz Dalvan Cunha, administrador de sistemas da Irmãos Walker, que cultiva mais de 13 mil hectares de soja e algodão em três unidades, uma na Bahia e duas no Piauí.
Com a banda larga via satélite, tornou-se possível o gerenciamento on-line da produção, do estoque, das compras e da comercialização, facilitando a tomada de decisão por parte da administração. “Soma-se a isso a telefonia através de VoIP (espécie de telefone via internet) interligando matriz e fazendas, o que gerou uma redução nos custos telefônicos”, explica Cunha. Apesar dos benefícios, o valor elevado dos serviços via satélite ainda é um obstáculo para a contratação pelos produtores rurais. Mas essa realidade pode mudar em breve, com a chamada banda Ka. Com a tecnologia atual (em banda Ku), um satélite tem capacidade de suportar um gigabyte por segundo. Na banda Ka, isso é multiplicado por 100. “O custo para se lançar o satélite é o mesmo, mas a capacidade é maior. Assim, o valor de transmissão por informação trafegada é bem reduzido”, diz o diretor de marketing. Nos EUA, a Hughes já está vendendo planos com essa tecnologia. Lá, o serviço de um megabyte custa US$ 40 (o equivalente a R$ 64) por mês. “Nós acreditamos que a internet via satélite no Brasil só irá decolar mesmo com a banda Ka, que, quando se tornar viável, deve fazer com que os preços caiam para um quinto ou um oitavo do que são hoje”, prevê Guimarães. A tecnologia só deve ser viabilizada no Brasil em três anos. Em intervalo de tempo semelhante, uma outra forma de acesso à internet – mas via rádio – deve ser lançada no mercado brasileiro.
O Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico (LSI-TEC), de Salvador (BA), em parceria com a Solentech, estuda um chip de banda larga para áreas rurais. A iniciativa é apoiada pelo Programa Estadual de Incentivo à Inovação Tecnológica (Inovatec), que aprovou um aporte de R$ 564 mil para a compra de equipamentos para o projeto. Esse chip usa um novo padrão, o IEEE 802.22. Diferente dos que operam em frequências fixas, caso da faixa 450 MHz (aquela que o governo quer tirar da Polícia Federal), esse padrão tem como objetivo usar de maneira inteligente o espectro.
“É a chamada tecnologia de rádio cognitivo: há um sensoriamento do espectro, a detecção de que faixa é possível que ele ocupe e, finalmente, o preenchimento”, afirma André Abreu, gerente de negócios do LSI-TEC Nordeste. Assim, para o uso do novo padrão, não seria necessário que a Anatel liberasse a 450 MHz. “Hoje, há vários canais UHF que não são utilizados e esse chip possibilitaria transmissões em um deles. Se uma emissora de TV passa a operar na frequência em que o chip estava atuando, o sistema detecta e alterna para canais ainda disponíveis”, explica Gabriel Fernandes, engenheiro de sistemas do LSI-TEC Nordeste. Para essa nova tecnologia, a Anatel precisa liberar o uso dos dois serviços, TV e banda larga rural, na mesma faixa de frequência.
Além disso, ainda não há no mercado equipamentos disponíveis para o novo padrão: precisam ser desenvolvidos a estação de rádio base e o modem em que o chip será instalado. Junto aos esforços privados, o governo indica que seguirá focado em soluções técnicas com qualidade e preço razoável para atender ao campo. O ministro está otimista. “Acredito que em quatro anos vamos avançar significativamente, talvez com metade das famílias rurais atendida por serviços de comunicação”, prevê Bernardo.

quinta-feira, fevereiro 24, 2011

RuralMAX 2011 - Congresso Brasileiro de Telecomunicações Rurais

Já estão abertas as incrições gratuitas para o RuralMAX 2011 - Congresso Brasileiro de Telecomunicações Rurais.

O evento será no dia 11 de maio de 2011 no Hotel Paulista Plaza em São Paulo. Trata-se de evento oficial da ABRATER, Associação Brasileira de Telecomunicações Rurais, que agrega as principais empresas do setor no país, além de representantes do governo, agências reguladoras e comunidade acadêmica.

Mais informações em http://www.ruralmax2011.com.br/ .

quinta-feira, dezembro 30, 2010

Campo dos Sonhos

Revista Teletime Edição 138 - Novembro 2010





Desde a implementação do modelo atual de telecomunicações, em 1997, pouco ou nada foi feito em relação a uma política para atender às regiões rurais. Dos mais de R$ 8 bilhões arrecadados no Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), ou dos cerca de R$ 180 bilhões investidos nos últimos doze anos pelas próprias operadoras, nada foi dedicado a políticas para o campo. O secretário de telecomunicações do Ministério das Comunicações, Roberto Pinto Martins, reconhece a responsabilidade do governo e concorda que “a área rural está muda”. “Da privatização até hoje saímos de 4 milhões de celulares para quase 190 milhões de terminais e a área rural ainda não foi atendida. Ela é nossa prioridade”, diz.

Os números comprovam. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad 2008), do IBGE, a penetração da telefonia fixa não ultrapassa os 7% nos rincões do país, ao passo que 4,5% das residências dessas regiões possuem computadores e somente 2% têm acesso à Internet. Dados mais recentes, de novembro de 2009, do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (Nic.br), apontam para algo em torno de 94% de domicílios rurais sem qualquer conexão com a rede. No Brasil, segundo dados do IBGE, há mais de 32 milhões de pessoas vivendo no campo, em cerca de 8,4 milhões de domicílios.

A situação nas escolas não é muito diferente disso: segundo o Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), havia em 2008 um total de 86.654 escolas rurais no país, entre as quais somente 22.796 (26,31%) com telefone fixo e 1.003 (1,16%) com banda larga. E é exatamente aí, segundo especialistas, que reside o primeiro obstáculo para a massificação do acesso às telecomunicações nessas áreas rurais: a falta de infraestrutura básica.


Dados do Pnad 2009 revelam que cerca de 41% dos domicílios não possuem sequer rede de esgoto, 31% não contam com canalização interna de água e aproximadamente 3,4 milhões de casas (45%) não têm rede de telefonia. “Instalar rede de esgoto, de energia, de saúde é uma prioridade. A partir daí se investe em comunicação. Se nossa banda larga está atrasada uns nove anos em relação aos países desenvolvidos, o que dizer então da área rural”, lamenta o diretor de Service Providers da Cisco, Anderson André.


Está na lei


Mas, se há carência de infraestrutura no campo, regras é o que não faltam. A Portaria nº 431/2009, do Ministério das Comunicações, institui um Programa Nacional de Telecomunicações Rurais que, entre outras medidas, torna prioritário o atendimento a propriedades rurais e a disponibilização de serviços de comunicação gratuita a todas as escolas públicas rurais (100% até 2014). No Plano Geral de Atualização da Regulamentação (PGR) há um item (princípio III.6) que estabelece a regulamentação, pela Anatel, da oferta de serviços de telecom a preços módicos para essas áreas; um outro (IV.3) que define a criação e adequação de iniciativas para atendimento da população menos favorecida e residente em áreas rurais; e ações de curto prazo (V.4), que vencem este ano, e que propõem a revisão dos contratos de concessão para atendimento das áreas rurais fora da Área de Tarifa Básica (ATB), item que se encontra em elaboração pela Superintendência de Serviços Públicos (SPB), da Anatel. A Portaria nº 178/2008 do Minicom determina à agência que devem ser tomadas ações que assegurem a ampliação do acesso à Internet em banda larga, além da ampliação do acesso aos serviços de telecomunicações em áreas rurais. Sem falar do Fust, previsto também para o financiamento das telecomunicações rurais. “A dificuldade é que o fundo só pode ser utilizado para serviços de telefonia, mas isso também está em processo de mudança”, informa o secretário Roberto Pinto Martins. Acontece que quem acompanha a interminável saga em torno da utilização dos recursos do Fust sabe que esse dinheiro na prática não existe, já que tem sido utilizado para ajudar o governo fechar as contas.


Business plan


Apesar da importância do fator regulatório, de acordo com especialistas, essas leis, portarias e planos, por si só, não garantirão a universalização das comunicações no ambiente rural, ainda mais em um mercado como o de telecomunicações. Para isso é preciso que a ‘conta feche’, que haja modelo de negócios viáveis ou, como a maioria gosta de dizer, ‘business plan’. “Não existe almoço grátis, os investidores das operadoras colocam dinheiro somente em negócios com retorno garantido”, diz André, da Cisco.


As próprias operadoras assumem isso e não escondem que levar serviços de telecom às áreas rurais é uma tarefa complicada, por uma série de motivos, como a complexidade do atendimento, a grande dispersão geográfica, áreas de difícil acesso, carência de mão-de-obra especializada, distribuição do poder aquisitivo e peso da carga tributária. Além disso, há pouca diversidade de fornecedores de tecnologia/equipamentos voltados para o atendimento rural e quase nenhuma estatística setorial de demanda.


O secretário Martins, do Minicom, admite que é preciso


haver contrapartida do governo para “manter o modelo de negócios das teles em pé”, mas lembra que há também uma compensação social por parte das teles nos contratos de concessão das outorgas e licenças de serviços. “As teles levaram o filet mignon, agora têm que levar um pedaço do osso também”, diz ele, referindo-se ao segmento rural.


As operadoras rebatem e reivindicam a redução da carga tributária sobre os serviços, composta por PIS, COFINS, Fust e Funttel e, principalmente, do ICMS. “A tributação inviabiliza o processo, pois reduz a margem do prestador de serviço e propicia um custo muito alto para o usuário na ponta”, destaca o presidente da Associação Brasileira de Telecomunicações Rurais, Eduardo Neger.


Na maioria dos estados, o ICMS cobrado sobre os serviços de telefonia fixa e móvel é de 25%. Em estados como Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Paraíba e Rondônia a alíquota varia de 30% a 35%. “Com um imposto alto assim fica complicado. A instalação de cada estação radiobase (ERB) no campo pode custar até R$ 500 mil para a operadora, ou seja, ela não vai instalar essa infraestrutura onde não for possível rentabilizar o investimento”, acrescenta Neger.


Renúncia fiscal


Em um setor complexo e de baixa atratividade como o rural, alguns especialistas, como o diretor da Cisco, defendem a renúncia fiscal, medida que suspende a cobrança de impostos sobre serviços e produtos de um determinado setor. No Brasil isso já acontece na área cultural e, mais recentemente, beneficiou as empresas que trabalharão na construção, ampliação e reforma dos estádios de futebol da Copa do Mundo de 2014. Essas construtoras deixarão de recolher R$ 350 milhões nos próximos quatro anos, entre PIS/COFINS, IPI e imposto de importação nos bens adquiridos para os estádios da Copa.


Segundo Anderson André, no setor de telecomunicações há uma série de medidas inteligentes que podem ser tomadas, nas quais todas as parte envolvidas ganham. “O governo pode muito bem substituir uma parte dos impostos que recolhe em uma grande cidade pelo investimento de uma operadora em alguma determinada região rural”, exemplifica. Já Eduardo Neger destaca a iniciativa do governo australiano que, para universalizar o acesso das comunicações nas regiões rurais do país, estabeleceu um valor máximo mensal para o custo dos serviços. “Se a tele não conseguir oferecer o produto por esse preço não há problema, pois o governo local banca a diferença”, explica.


O secretário Roberto Pinto Martins lembra que a Anatel está preparando um estudo de viabilidade econômica de prestação de serviços de telecomunicações no segmento rural. Vale lembrar que o novo Plano Geral de Metas de Universalização, que valerá para o período de 2011 a 2015 (PGMU III), prevê o atendimento rural, mas as metas ainda estão para ser definidas. Além disso, o Plano Nacional de Banda Larga, segundo Martins, contribuirá para a viabilização dos negócios das prestadoras de serviços, sejam elas STFC, SMP ou SCM, nas áreas mais distantes por meio do backbone e do backhaul da Telebrás.


Demanda reprimida


O que para alguns pode representar um problema, para outros é visto como oportunidade. Isso fica bem claro no segmento rural, que conta com aproximadamente 32 milhões de habitantes (16% da população brasileira) distribuídos em 8,4 milhões de domicílios e representa 23% do PIB do país. Mesmo assim, segundo dados do Pnad 2008, somente 2% têm acesso à Internet (6% segundo o Nic.br). E é aí que se encontra a oportunidade, pois estudo realizado no ano passado pelo Nic.br sobre o “Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) no Brasil” aponta que 50% dos domicílios da zona rural só não têm Internet por falta de disponibilidade, enquanto 35% não assinaram o serviço por conta do custo elevado. De acordo com o mesmo levantamento, 71% dos domicílios teriam acesso à web de maior velocidade se houvesse a oferta, e 41% também o fariam se houvesse disponibilidade de outra rede na área, o que comprova que na região rural há grande demanda reprimida por serviços de telecomunicações.


Para a surpresa de muita gente, uma das conclusões do estudo é a de que um domicílio rural possui um gasto médio mensal no mínimo igual ao do urbano na telefonia fixa, enquanto na telefonia móvel o gasto médio, em todas as classes de renda, apresenta reduzida variação em relação às residências urbanas. “Há um mercado no campo que, se fosse bem explorado, geraria grandes receitas. Além do mais, o cliente rural é bom pagador, quase não apresenta problemas com inadimplência”, diz Eduardo Neger.


Há, de acordo com o Pnad 2008, 51% de moradores nas áreas rurais que recebem mensalmente de um a três salários mínimos e outros 20% que ganham de três a dez salários mínimos por mês, ou seja, um grande contingente com possibilidade financeira de assinar serviços de telecomunicações. “Nossas estimativas prevêem um crescimento mínimo da ordem de 20% ao ano. A internacionalização do agronegócio e a adoção de práticas sustentáveis e rastreabilidade são fatores que impulsionam a adoção das TICs nos empreendimentos rurais”, conclui.


Tecnologia


No Brasil existem diversas tecnologias capazes de ampliar o acesso às comunicações nas áreas mais remotas do país, como o satélite, porém quando o assunto telecomunicações rurais entra em pauta, é inevitável falar sobre o CDMA450, padrão CDMA2000 utilizado na faixa de 450 MHz. A tecnologia foi eleita pela Anatel a melhor alternativa para levar os serviços de comunicação para a área rural. O principal trunfo do CDMA 450 é ‘iluminar’ uma área de 50 a 60 quilômetros com uma única ERB, enquanto a tecnologia GSM 800 MHz precisaria de três torres para cobrir o mesmo espaço; a GSM 1.800/1.900 MHz, 12 ERBs; e a faixa de 2.100 MHz, 16. Além disso, segundo informação da agência, há outras experiências internacionais bem sucedidas, como a do México, que buscam atender as áreas mais remotas com a faixa de 450 MHz, e o custo do terminal pode ser beneficiado com a escala da tecnologia, presente em mais de 75 países e 125 operadoras e utilizada por 120 milhões de assinantes. Outra vantagem é o fato de ser a única entre as concorrentes capaz de evoluir para o 1xEVDO e atender à exigência da Anatel de destinar subfaixas em caráter primário e secundário, dependendo do serviço prestado. Não à toa, foi estabelecida pelo governo a Proposta de Regulamento sobre Canalização e Condições de Uso da Radiofrequência na Faixa de 450 MHz a 470 MHz, submetida a consulta pública em meados do ano passado e que aguarda agora deliberação do Conselho Diretor da Anatel. O regulamento destina as subfaixas de radiofrequência de 451-458 MHz e 461-468 MHz ao STFC, SMP e SCM em caráter primário e sem exclusividade. O documento enfatiza que o uso das referidas subfaixas deverá ser para o provimento de acesso aos serviços de telefonia e dados, preferencialmente.


Um dos principais problemas, e o que mais preocupa o Minicom e a Anatel, é a limpeza do espectro, que atualmente é utilizado por mais de 2,5 mil entidades, como Polícia Federal e Petrobrás. “Hoje as teles não podem usar os 450 MHz pois a faixa não está disponível”, reclama o secretário do Minicom. Também não está claro como será a política de licenciamento destas faixas, mas a Anatel tem dado a entender que as concessionárias de telefonia que tiverem metas a cumprir em regiões rurais poderão utilizá-las sem ônus. No entanto, as próprias empresas desconfiam, e só apostarão nisso quando houver clareza das regras.


Banda Ka


Com a carência de redes de telecomunicações no segmento rural, a cobertura via satélite se consolidou ao longo do tempo na maioria desses lugares como a única opção de acesso a telefonia, Internet e TV. O custo do link satelital, no entanto, nunca foi dos mais baixos. “Um plano de 128 kbps custa em média R$ 500 por mês, com franquia de 1 Gb”, diz o presidente da Abrater.


No entanto, para Rafael Guimarães, diretor de marketing da Hughes Brasil, empresa de comunicação satelital, uma tecnologia deve causar uma revolução nessa área dentro dos próximos três anos: trata-se da banda Ka, link satelital de alta frequência que permite a utilização de um equipamento mais compacto na casa do usuário. “As antenas de recepção terão dimensões muito menores do que as atuais, não só por conta do uso de frequências mais elevadas, mas também devido ao acréscimo de potência introduzido pelo satélite Ka”, explica.



Em geral, essa tecnologia possui capacidade de operação de 70 Gbps, capaz de servir um milhão de usuários. “Esta solução de alta frequência traz uma série de benefícios técnicos que faz com que o custo do Mbps fique 100 vezes menor”. A tecnologia deve estar disponível no Brasil daqui a três anos, tempo de encomenda, fabricação e lançamento do satélite Ka. “Temos cerca de 550 mil assinantes de banda Ka no mundo. Nos Estados Unidos, já é uma realidade e a tendência é que, em longo prazo, se consolide como a maior comunicação satelital do mundo”, diz. Por isso, Guimarães acredita que o sucesso de um plano de universalização de comunicações no Brasil depende das soluções via satélite. “Não é possível enxergar o PNBL sem o uso maciço de satélite”, diz.


Daniel Machado

sexta-feira, novembro 12, 2010

Internet nas Cidades Digitais – Empreendedorismo e Gestão

Evento debate papel dos provedores para a viabilização da inclusão digital no país

http://www.guiadascidadesdigitais.com.br/site/pagina/evento-debate-papel-dos-provedores-para-a-viabilizao-da-incluso-digital-no-pas

Provedores de internet são o público-alvo de evento que visa estimular o empreendedorismo neste setor, viabilizando a inclusão digital e o uso das aplicações de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) pelo poder público. No dia 18 de novembro, acontece em São Paulo (SP) o ”Internet nas Cidades Digitais – Empreendedorismo e Gestão” ,que também terá nos debates a participação de executivos de tecnologia das esferas governamentais, consultores e fornecedores de equipamentos.

De acordo com Thiago Chagastelles, Gerente Comercial do Guia das Cidades Digitais e da Network Eventos, empresas que organizam o evento, a proposta é que essa seja uma oportunidade para apontar caminhos para os provedores de internet, que, atualmente, atendem mais de 4 mil cidades brasileiras. A ideia é que os temas expostos incentivem o empreendedorismo em prol do atendimento às necessidades das administrações públicas.

“Em parceria com o mercado de provedores de internet, o governo federal pode fazer a convergência de sua rede com toda estrutura já existente em iniciativas municipais voltadas para inclusão digital e democratização da informação e serviços, por exemplo. Assim, poderá viabilizar o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) e estimular a competição na área de telecomunicações com a entrada de novos players”, aposta Chagastelles.

Fabiano Vergani, presidente do Conselho Nacional das Entidades de Provedores de Serviços de Internet (Conapsi), acredita que o evento contribuirá para incentivar o fornecimento de novos serviços.

“Esta pauta será muito proveitosa, pois fomentará os pequenos empreendedores a levarem aos seus negócios as boas dicas e experiências apresentadas, promovendo, assim, um grande amadurecimento das aplicações”, afirma.

Para Magdiel da Costa Santos, presidente da Rede Nacional de Provedores – Global Info, o grande destaque do evento é possibilidade de aproximação entre os provedores e as administrações públicas.

“As prefeituras já entendem que dependem do auxílio e interação com um pequeno provedor para implantar iniciativas de Cidade Digital. Por isso, a expectativa para o evento é muito boa. Teremos a oportunidade de estabelecer as apresentações entre poder público e provedores. Mostraremos às prefeituras que, se pretendem ter projeto de Cidade Digital, é esse fornecedor que pode ajudá-las”, diz.

Programação

Além de Vergani e Santos, estarão presentes na cerimônia de abertura André Barbosa Filho, assessor especial da Casa Civil; representante do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae); Eduardo Parajo, presidente da Associação Brasileira de Internet (Abranet); Marcos Mazoni, presidente do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro); Caio Bonilha, diretor comercial da TELEBRÁS, Claudio Marcelo Siena, presidente da REDETELESUL e Eduardo Neger, presidente da Associação Brasileira de Telecomunicações Rurais (Abrater).

A primeira palestra do evento, “US National Broadband Plan - Visão dos Provedores de Internet dos EUA”, será ministrada por Rick Hamish, diretor executivo da Wireless Internet Service Providers Association (WISPA). Em seguida, acontece o primeiro painel, “Tecnologias disponíveis para viabilizar o negócio”, com a participação de Joeval Martins, gerente de Canais da Motorola, e de representante da Huawei.

Após o intervalo, serão realizadas, consecutivamente, as palestras “Aplicações e Softwares para melhoria da gestão” e “O papel do Sebrae como indutor do empreendedorismo nas Cidades Digitais”.

A última palestra do “Internet nas Cidades Digitais – Empreendedorismo e Gestão” será “Benefícios e novos serviços proporcionados pelo PNBL”. Por fim, acontece o painel “Cidades Digitais e Pequenos Provedores: Política de Incentivo e Crédito”, que contará com a participação de Vergani, Siena, Parajo e representante do Sebrae.

Como participar

As inscrições no Internet nas Cidades Digitais – Empreendedorismo e Gestão podem ser feitas no site da Network Eventos e custam R$ 600,00. Provedores de internet e servidores públicos dispõem de algumas cotas de inscrições cortesia.

O evento será realizado no dia 18 de novembro no Hotel Pestana – Rua Tutóia, 77 – Jardim Paulista – São Paulo (SP).

Mais informações pelo e-mail marketing2@networkeventos.com.br ou pela página do evento.

segunda-feira, outubro 25, 2010

Internet nas Cidades Digitais

Data:
18 de novembro 2010
Público Alvo:
Empresários Provedores de Internet, executivos das áreas de tecnologia do Governo Federal, dos Governos Estaduais e das Prefeituras Municipais, das Secretarias (Fazenda, Educação, Segurança, Saúde, dentre outras), executivos de consultorias, de empresas fornecedoras de equipamento, empreendedores, dentre outros.

Local:
Hotel Pestana – Rua Tutóia, nº 77 Jardim Paulista - São Paulo
Horário:
8:30 às 17:00

Público Estimado :
400
Inscrições:

Evento aberto – Cortesia para provedores de internet associados da ABRANET e demais associações apoiadoras. Inscrições limitadas. Garanta sua vaga! As inscrições são realizadas aravés do site: http://www.networkeventos.com.br/evento.php?evento=158&lg=pt


08:30 - 09:00
CREDENCIAMENTO

09:00 - 10:40
Painel de Abertura: “O futuro do PNBL a partir de 2011: O Impacto nos Provedores”
Moderador: Ana Paula Lobo – Convergência Digital confirmado
• André Barbosa Filho – Assessor especial - Casa Civil confirmado • Roberto Pinto Martins – Secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações*• Rogério Santanna – Presidente – TELEBRAS* • Marcos Mazoni – Presidente – SERPRO confirmado• Representante SEBRAE confirmado• Eduardo Parajo – ABRANET confirmado• Fabiano André Vergani – Presidente do CONAPSI confirmado• Magdiel da Costa Santos – Presidente da Global Info confirmado• Claudio Marcelo Siena – Presidente da REDETELESUL confirmado• Eduardo Neger – Presidente da ABRATER confirmado • Ricardo Lopes Sanchez – Presidente da Abrappit*• Rafael de Sá – Presidente da InternetSul* • Adelmo Antonio dos Santos – Presidente ABRAMULTI*• Wardner Maio – Presidente Abrint*

10:40 - 11:00
COFFEE BREAK

11:00 - 11:40
PALESTRA 1: “US National Broadband Plan” – A Visão dos Provedores de Internet dos EUA
Rick Harnish – Diretor Executivo da WISPA (Wireless Internet Service ProvidersAssociation) confirmado

11:40 - 12:40
PAINEL 2: “ Tecnologias disponíveis para viabilizar o negócio”
• Joeval de Oliveira Martins - Gerente de Canais- Motorola Confirmado • Representante Huawei Confirmado

12:40 - 14:00
INTERVALO PARA ALMOÇO

14:00 - 14:30
PAINEL 3: “ Aplicações e Softwares para melhoria da gestão”
• Representante Oracle*

14:30 - 14:50
COFFEE BREAK

14:50 - 15:30
PALESTRA 2: “O papel do SEBRAE como indutor do empreendedorismo nas Cidades Digitais.”
• Representante do SEBRAE Confirmado

15:30 - 17:00
PAINEL 4: “Cidades Digitais e Pequenos Provedores: Política de Incentivo e Crédito”
• Fabiano André Vergani – Presidente CONAPSI confirmado• Ricardo Lopes Sanchez – Presidente Abrappit*• Claudio Marcelo Siena – Presidente REDETELESUL confirmado• Eduardo Parajo – Presidente – ABRANET confirmado• Representante SEBRAE confirmado• Representante BNDES*

17:00
ENCERRAMENTO
* Empresas e palestrantes sujeito à confirmação


CASO SUA EMPRESA TENHA INTERESSE EM PATROCINAR OS NOSSOS EVENTOS, ENTRE EM CONTATO ATRAVÉS DO E-MAIL: comunicacao@networkeventos.com.br ou pelo telefone: 21 3325-6200

sexta-feira, agosto 13, 2010

Paraná Wireless


A implantação do Plano Nacional de Banda Larga no Brasil abrirá uma nova era para os Estados e Municípios. Estimular o desenvolvimento de novas aplicações e serviços, buscando a eficiência e modernização das administrações públicas e privadas é tarefa fundamental dos governos, operadoras e entidades desse setor. Diante desse cenário, a Network Eventos, que tem se notabilizado por apontar os caminhos futuros para essa área, realizará a 3ª Edição do evento: Paraná Wireless. Com foco nas oportunidades e desafios que se apresentam, debateremos sobre políticas públicas em mais um momento de transição disruptiva: A revolução da banda larga!

Data:
18 de agosto de 2010

Público Alvo:
Executivos do Governo do Paraná, executivos da área de tecnologia do Governo Federal, executivos da área de tecnologia principalmente das prefeituras municipais, executivos da área de tecnologia Secretarias (Fazenda, educação, segurança, saúde, educação e outras), executivos da área de tecnologia das empresas de informática municipais, executivos da área de tecnologia das entidades e associações, executivos de consultorias, executivos de provedores de serviços de redes de comunicação, executivos de empresas fornecedoras de equipamento e empreendedores em geral.

Local:
Auditório da CELEPAR - Rua Mateus Leme, 1561 - Centro Cívico - Curitiba/PR

Duração:
01

Público Estimado :
150

Inscrições Cortesia:
Servidores Públicos, garanta sua vaga enviando seus dados (empresa, nome, cargo, e-mail e telefone), através do e-mail:
marketing2@networkeventos.com.br

08h30
CREDENCIAMENTO

09h00 – 10h00
CERIMÔNIA DE ABERTURA
• João Rezende – Conselheiro – ANATEL Confirmado

• Lino Kieling – Assessor da Presidência – SERPRO Confirmado

• Altamir Brun - Diretor de Operações – CELEPAR Confirmado

• José Tarcísio Pires Trindade – Chefe da Coordenadoria de Ciência e Tecnologia - SETI – PR Confirmado

• Carlos Eduardo Moscalewsky – Superintendente de Telecomunicações – COPEL Confirmado

10h00 – 10h30
COFFEE-BREAK - VISITA A ÁREA DE EXPOSIÇÃO

10h30 – 12h00
PAINEL 1: “O Plano Nacional de Banda Larga e o Impacto nas Cidades Digitais”
Moderador: Luiz Claudio Rosa - Consultor Confirmado
• Altamir Brun - Diretor de Operações – CELEPAR Confirmado

• Carlos Eduardo Moscalewsky – Superintendente de Telecomunicações – COPEL Confirmado

• José Tarcísio Pires Trindade – Chefe da Coordenadoria de Ciência e Tecnologia - SETI – PR Confirmado

• Magdiel da Costa Santos – Presidente - Global Info Confirmado

• Claudio Marcelo Siena – Presidente - REDETELESUL Confirmado

12h00 – 13h30
INTERVALO PARA ALMOÇO

13h30 – 14h30
PAINEL 2: “Software Livre para a Gestão Pública Municipal e nas Cidades Digitais”
• Lino Kieling – Assessor da Presidência –SERPRO Confirmado

• Altamir Brun - Diretor de Operações – CELEPAR Confirmado

14h30 – 15h30
PAINEL 3: “A banda-Larga como indutora de Desenvolvimento Econômico Social”
Moderador: Luiz Claudio Rosa - Consultor Confirmado
• Dario de Menezes - Gerente de Engenharia – Furukawa Confirmado

• Joeval de Oliveira Martins - Gerente de Canais- Motorola Confirmado

15h30 – 16h00
COFFEE-BREAK - VISITA A ÁREA DE EXPOSIÇÃO

16h00 - 17h20
PAINEL 4: “Cidades digitais brasileiras: Cases de Sucesso”
• Joeval de Oliveira Martins - Gerente de Canais- MOTOROLA Confirmado

• Representante WNI Confirmado

• Representante MINASCONTROL Confirmado

17h20 – 18h00
PAINEL 5: “O PNBL e os provedores de Internet no Brasil”
• Magdiel da Costa Santos – Presidente - Global Info Confirmado

• Eduardo Neger – Presidente –ABRATER Confirmado

• Claudio Marcelo Siena – Presidente - REDETELESUL Confirmado

• Rafael de Sá – Presidente – InternetSul Confirmado

18h00
Encerramento

INFORMAÇÕES:

0xx21 3325-6200

quarta-feira, julho 28, 2010

Congresso Brasileiro de Telecomunicações Rurais reúne mais de 170 visitantes em São Paulo

(Por Fernanda Beziaco - Distribuidores e Mercado - Junho 2010)
Em sua oitava edição o RuralMax 2010 apresentou novas tecnologias para as áreas rurais do Brasil.

Eduardo Neger, Presidente da ABRATER

O RuralMax 2010, Congresso Brasileiro de Telecomunicações Rurais, reuniu na primeira semana de maio, mais de 170 visitantes, em São Paulo. O evento é o maior do segmento na América Latina e apresentou diversas novidades tecnológicas, inclusive algumas inéditas para o segmento rural.

Atualmente, segundo pesquisa em andamento do Sindisat, Sindicato Nacional das Empresas Operadoras e Satélites, apresentado durante o evento pelo Presidente da consultoria Teleco, Eduardo Tude, apenas 2% dos domicílios rurais possuem acesso a internet.

Outro dado interessante divulgado é que o serviço de telecomunicações rurais representa um segmento de mercado que corresponde a 23% do PIB, Produto Interno Bruto, brasileiro. Isto representa cerca de 4% dos acessos à internet no país, atingindo aproximadamente 32 milhões de pessoas.Para Eduardo Neger, Presidente da ABRATER, este segmento tem se tornado atraente para novas empresas e investidores. “O segmento de telecomunicações rurais está deixando de ser um setor deficitário e dependente de subsídio público para se destacar como um promissor nicho de mercado, atraindo novas empresas e investidores”, comenta o executivo. Neger também mostrou otimismo em relação ao progresso no setor de telecomunicações rurais. “Nossas estimativas prevêem um crescimento mínimo da ordem de 20% ao ano. A internacionalização do agronegócio e a adoção de práticas sustentáveis e rastreabilidade são fatores que impulsionam a adoção das TICs (Tecnologias da Informação e Comunicação) nos empreendimentos rurais”, conclui Eduardo.

Durante o evento diversas empresas mostraram suas soluções para o segmento, caso da empresa Hughes, que apresentou sistemas de acesso à internet via satélite, que pode prover conexão em áreas rurais e remotas em qualquer lugar do país. Na mesma linha de antenas, a empresa Aquário apresentou um produto que permite a captação de sinais de celulares em áreas afastadas das metrópoles.

Outra solução importante foi a TV Digital Rural lançado pela Rede Globo. O produto é um sistema que permite a captação do sinal digital da emissora fora dos limites urbanos do município, com alta qualidade e utilizando a tecnologia satélite.

As empresas NEGER Telecom e Qualcomm apresentaram novas tecnologias relacionadas à telefonia celular.

A NEGER, empresa brasileira de base tecnológica, com o equipamento Roteador 3G, que permite o compartilhamento de uma conexão celular entre diversos computadores e sua utilização em áreas rurais e a multinacional Qualcomm, com as soluções para atendimento rural utilizando a tecnologia CDMA, destacando a flexibilidade e o baixo custo deste tipo de sistema.

O RuralMax 2010 contou com a presença de importantes empresas do setor como a Globalstar, Tesacom, Arycom, Red Networks, Datalink, Parks, Amazônia Banda Larga, ATB, BratelCom, Kerax, Ragio, Sollaric, ST&S, Telecomseg, Teleco, Telecom Paulista, Tesa, Spectrus e Witzler Engenharia.

O evento é uma iniciativa da ABRATER, Associação Brasileira de Telecomunicações Rurais, que também conta com o apoio de entidades como ABET, ABRAMULTI, ABRANET, SUCESU e TELCOMP.

Para saber mais, visite: http://www.ruralmax2010.com.br/

Em sua oitava edição a RuralMax 2010 atraiu mais de 170 pessoas para evento em São Paulo


Visitantes participaram de palestras sobre telecomunicações rurais durante todo o dia

terça-feira, julho 27, 2010

Futurecom 2010

O Futurecom tem procurado ao longo do tempo estabelecer parcerias com conceituadas Entidades de Classe que promovem e defendem os mais variados subsetores das Comunicações, relacionando-se também com outros segmentos, procurando com isto, gerar uma pluralidade e melhorar o networking entre os participantes do Evento.
Como já ocorreu nas edições anteriores, em 2010 a ABRATER apóia institucionalmente o Futurecom.

quinta-feira, março 11, 2010

RuralMAX 2010 - Congresso Brasileiro de Telecomunicações Rurais


Apesar de todo o êxodo rural ocorrido no Brasil, ainda temos cerca de 19% da população brasileira vivendo na zona rural. Pode parecer uma proporção baixa, mas em número absolutos, são quase 32 milhões de pessoas no campo. E, assim como a população urbana, os moradores das áreas rurais também querem o acesso à educação, saúde, comunicação, bens de consumo, etc.

No que diz respeito à comunicação, mais especificamente, informática e internet, se na zona urbana a penetração dessas tecnologias no Brasil se mostra muito aquém do desejável, na zona rural os números são ainda mais acentuados. Enquanto 28% dos domicílios na zona urbana possuem computador, nas áreas rurais a penetração dessa tecnologia é de apenas 8%. Com relação à internet a diferença é também considerável: enquanto nas áreas urbanas 20% dos domicílios possuem acesso à internet, na zona rural são apenas 4%.

Em pesquisa do Comitê Gestor da Internet (CGI), o custo da conexão aparece como o principal motivo citado para ausência de internet nos domicílios que possuem computador, com 54% das respostas para o total do Brasil, sendo que indisponibilidade de conexão na área aparece apenas em quarto lugar, com 17% das respostas. No entanto, quando considerado apenas a área rural a falta de disponibilidade de conexões sobe para o segundo motivo mais citado para a falta de internet, com 27% das respostas. Nas áreas rurais da Região Norte a falta de disponibilidade atinge 56% das declarações, sendo o principal motivo para a falta de internet, superando até mesmo o custo.

Em um momento em que o governo elabora um plano para aumentar a penetração de internet banda larga no país, as pesquisas mostram que na área rural a falta de disponibilidade de conexão é um motivo quase tão importante quanto o custo para que tanta gente permaneça excluída do mundo on-line. As oportunidades de negócios no atendimento ao acesso à internet nas áreas rurais são tão grandes quanto o desafio tecnológico de fazê-lo mantendo um custo acessível.

No RuralMAX 2010, Congresso Brasileiro de Telecomunicações Rurais, representantes do governo, de empresas, membros das academia e todos os interessados no assunto terão uma oportunidade de debater como enfrentar esse desafio, o que já existe de alternativas e quais os caminhos mais promissores para incluir a população rural no mundo on-line.
O evento ocorrerá dia 6 de maio em São Paulo.
.
Maiores informações no site http://www.ruralmax2010.com.br/ .

quinta-feira, fevereiro 25, 2010

movilforum Latinoamérica 2010

movilforum. O programa de parcerias da Vivo e Telefônica
movilforum é uma iniciativa de Vivo e Telefônica, destinada a promover a colaboração entre a operadora e a comunidade empresarial para o desenvolvimento de serviços e aplicações baseadas em telefonia.
Desde o inicio na Espanha em 2001, movilforum dirige seus esforços para conseguir que nossos clientes encontrem a melhor solução para melhorar seus processos de negócio e reunir no mesmo lugar os melhores desenvolvedores para oferecer soluções personalizadas a nossos clientes, sempre em linha com a necessidade do mercado.
O movilforum está presente em 15 países da América e Europa, e é a maior comunidade de soluções para empresas do mercado. Deste modo, movilforum consolida seu compromisso com o mercado, com inovação e criação de valor, tanto para as empresas desenvolvedores que fazem parte do programa quanto para clientes de grandes empresas, pequenas e médias e governo.
A ABRATER apóia institucionalmente o movilforum Latinoamerica 2010.

segunda-feira, setembro 21, 2009

Teles ignoram os conselhos de usuários

20/09/2009 - 09h30

Teles ignoram os Conselhos de Usuários


ELVIRA LOBATO
da Folha de S.Paulo, no Rio

Implantados há um ano, os conselhos de usuários das companhias telefônicas mostram-se, até agora, inúteis. Só podem opinar sobre a telefonia fixa (ligações locais e de longa distância), que é cada vez menos importante nas comunicações. Os celulares, a internet e a TV paga ficam fora de sua alçada.

Para agravar a situação, eles têm função apenas consultiva, e as teles não são obrigadas a acatar suas recomendações.

Órgão que representa teles diz apoiar maior ação para conselhos

Desde 2003, o número de telefones fixos em serviço das concessionárias diminuiu de 38,1 milhões para 34 milhões, enquanto o número de celulares saltou de 46,4 milhões para 159,6 milhões, o que dá uma dimensão do esvaziamento da atuação dos conselhos.

O setor é campeão de reclamações nos órgãos de defesa do consumidor e nos juizados especiais, com 607,7 mil queixas nos Procons, nos últimos quatro anos, e as teles não querem que os conselhos sejam um canal de recepção de queixas.

O resultado é uma insatisfação crescente nos conselhos, que se veem como apêndices das operadoras, apenas para cumprir uma obrigação legal. Para cada 2 milhões de usuários de telefonia fixa, a Anatel exige a criação de um conselho.

Estão implantados 43 conselhos de usuários de telefonia no país, desde que a Anatel regulamentou o assunto, em janeiro de 2008. São 32 da Oi (Telemar e Brasil Telecom), oito da Telefônica e três da Embratel. As queixas entre os conselhos das operadoras são semelhantes, e a principal é com a desatenção com as sugestões apresentadas.

"Quando me perguntam sobre resultados práticos, sou obrigado a ficar com cara de interrogação. De concreto, não obtivemos nada", diz o engenheiro Eduardo Neger, integrante dos conselhos de usuários da Telefônica de São Paulo e de Campinas.

Presidente da Associação Brasileira de Telecomunicações Rurais, Neger se ofereceu para participar dos conselhos por causa das dificuldades dos produtores rurais com o serviço de telefonia Ruralcel.

O Ruralcel é um programa para atender propriedades rurais distantes, com tecnologia sem fio, a preços de telefonia fixa. Segundo Neger, as empresas não divulgam o serviço, por não ser lucrativo. Sua missão no conselho é convencer a Telefônica a divulgar o produto. Diz que, após um ano, nenhuma de suas propostas foi acatada. Para ele, as empresas ainda não entenderam o papel que os conselhos podem ter de interlocução com os consumidores.

Na última quinta, a Folha acompanhou a reunião mensal do conselho de usuários da Oi, no Rio, e se deparou, também, com um clima de decepção.

O relatório de atividades do conselho fluminense, de 2008, lista várias recomendações ignoradas ou rejeitadas pela Oi. Foi negado, por exemplo, um espaço, no site da empresa, para que os usuários se comunicassem com o conselho. A empresa alegou que já tem um canal para receber as queixas dos usuários --o call center-- e ofereceu ao conselho um número de caixa postal dos Correios.

"Veja que contrassenso! Os usuários terão que usar os Correios para se comunicarem com uma telefônica", queixa-se o presidente do conselho, William Rocha.

Mão fechada

Outra reclamação é com a falta de apoio financeiro para as atividades propostas. Pela resolução 490/2008, da Anatel, que regulamenta os conselhos, as teles devem arcar com todas as despesas para realização das reuniões, inclusive despesas de transporte, alimentação e hospedagem dos membros.

Os conselhos têm orçamentos anuais predefinidos, mas cada despesa só é liberada com autorização da diretoria da tele, que fecha a mão.

A Embratel vetou a compra de passagem aérea para o conselho de São Paulo participar de uma reunião com a Anatel em Brasília, em setembro. A reunião teve de ser cancelada.

Segundo o conselheiro Geraldo Tunkel, o veto partiu do presidente da Embratel, que alegou que o encontro era iniciativa dos conselheiros. O regulamento só obriga as empresas a arcarem com a despesa se o encontro for proposto pela Anatel, e a tele interpretou o caso ao pé da letra.

A Oi vetou a contratação de um técnico para assessorar o conselho do Rio, mas levou os conselheiros do Rio Grande do Norte para visitar uma escola técnica patrocinada pela companhia, em Recife. O mesmo grupo visitará, em outubro, o call center da empresa, no Rio de Janeiro, embora a empresa tenha call center no Nordeste.

"É uma forma de promover a simpatia dos conselheiros", admite Nilson Morais, integrante do conselho da Oi em Natal. Apesar dos afagos a seu grupo, ele diz que os conselhos são um "jogo de faz de conta", porque não têm poder, são desconhecidos pelos usuários e ficam a reboque das empresas.


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quinta-feira, agosto 27, 2009

Seminário - CDMA 450MHz - Tecnologia, mercado e aplicações


Seminário - CDMA 450MHz - Tecnologia, mercado e aplicações

Dados do Evento:
Datas:
10 de Setembro de 2009

Local:
Mercure Grand Hotel Ibirapuera - São Paulo - SP

Duração:
1 dia

Público Alvo:
Executivos das operadoras de telefonia fixa e móvel, provedores de internet, executivos da Anatel, Ministério das Comunicações e indústria. Empresas rurais e demais interessados em telefonia rural.

O Evento:

No dia 24 de julho o Ministério das Comunicações publicou a tão esperada portaria que estabelece as diretrizes do Programa Nacional de Telecomunicações Rurais, consolidando assim a intenção do governo de fazer com que as empresas de telecomunicações expandam a oferta de voz e dados para as áreas fora dos centros urbanos, usando a faixa de 450MHz a 470Mhz.


O CDMA 450MHz tem alguns trunfos, como a capilaridade da tecnologia, presente em 75 países, 125 operadoras, totalizando 120 milhões de assinantes, e é o menor custo de infra-estrutura.

Uma única estação radiobase (ERB) é capaz de cobrir uma área de 50 a 60 quilômetros, dependendo da topologia local. Para “iluminar” esse mesmo raio seriam necessárias três ERBs GSM 800MHz ou 12 ERBs GSM 1800/1900 MHz ou 16 ERBs para a faixa de 2100 MHz. Outra vantagem da tecnologia é que é a única entre as concorrentes capaz de evoluir para o 1xEVDO revisão A, tecnologia “top de linha” em termos de terceira geração, com downloads de 3,1 Mbps e uploads de 1,8 Mbps. O CDMA evolui também até a Revisão B, com 14,7 Mbps no download e 5,4 Mbps no upload.
O programa deve ter início em 2010, com a intenção de cobrir toda a área de prestação de serviços em até 5 anos, sendo que todas as escolas públicas rurais situadas na área de prestação devem ser atendidas gratuitamente com banda larga.Existe a necessidade de “limpar” a faixa dos 450MHz, atualmente ocupada pelos serviços de retransmissão e circuito fechado de televisão; serviços móveis especializados; serviço limitado móvel privativo, radio taxi, serviços da Infraero, entre outros. A Anatel já iniciou quatro consultas, uma mudando a canalização e as condições de uso dessa freqüência e outras três realocando em outras faixas os serviços que usam atualmente essa faixa de espectro.
Considerando a relevância desse assunto, a Network Eventos, com o apoio do CDMA Development Group (CDG) realizará na cidade de São Paulo o Seminário CDMA 450 MHz – Tecnologia, Mercado e Aplicações.
Para mais informações e inscrições, clique aqui.
**ASSOCIADOS ABRATER TÊM 20% DE DESCONTO NA INSCRIÇÃO PARA O EVENTO **

Programação Temária Proposta:

08h30
CREDENCIAMENTO

09h00 – 09h30
Cerimônia de Abertura
Representante do Ministério das Comunicações*
Representante da ANATEL*
Antônio Eduardo Ripari Neger – Presidente – ABRATER confirmado
Eduardo Fumes Parajo – Presidente - ABRANET confirmado
Luis Cuza – Presidente da TELCOMP*

09h30 – 10h00
Palestra de Abertura:“CDMA 450: Panorama mundial e perspectivas para o futuro”.
Celedonio Von Wuthenau – Chairman paraAmérica Latina - CDG confirmado

10h00 – 10h30
Intervalo – Coffee Break

10h30 – 11h30
Painel 1: “Vantagens e Aplicações de Tecnologia”.
Representante QUALCOMM
Representante ZTE

11h30 – 12h10
Painel 2: “A Faixa de 450Mhz e a Universalização”.
Átila Augusto Souto – Diretor de Serviços e de Universalização de Telecomunicações – Ministério das Comunicações confirmado
Ricardo Itonaga – Gerente Geral de Planejamento e Contratação de Obrigações – ANATEL confirmado

12h10 – 13h30
INTERVALO PARA ALMOÇO

13h30 – 14h30
Painel 3: “CDMA 450: A Visão das Operadoras”.
Alain Riviere – Diretor de Regulamentação – OI*
Ayrton Capella Filho – Diretor de Assuntos Regulatórios – EMBRATEL*
Marcos Bafutto – Diretor de Assuntos Regulatórios – TELEFONICA*

14h30 – 15h30
Painel 4: “Modelos de Negócios Possíveis e Operadoras de Infraestrutura”.
Celedonio Von Wuthenau – Chairman para América Latina – CDG confirmado
Luiz Claudio Rosa – Consultor especializado confirmado
Marcos Oliveira – Gerente de Engenharia do Espectro - ANATEL*

15h30 – 16h00
Intervalo – Coffee Break

16h00 – 16h30
Palestra: “A Faixa de 450 MHz no Brasil: Regulamentação e Atendimento a Demanda”.
Maximiliano Salvadori Martinhão – Gerente Geral de Certificação Engenharia do Espectro – ANATEL confirmado

16h30 – 17h30
Painel 5: “A Faixa de 450Mhz no Brasil: Regulamentação e Atendimento a Demanda”.
Representante QUALCOMM
Representante ZTE

17h30 – 18h30
Mesa Redonda: “A Faixa de 450 Mhz nas Áreas Rurais do Brasil”: O IMPACTO NO DESENVOLVIMENTO
Antônio Eduardo Ripari Neger – Presidente – ABRATER confirmado
Eduardo Fumes Parajo – Presidente - ABRANET confirmado
Luis Cuza – Presidente – TELCOMP
Representante MINICOM*

18h30
ENCERRAMENTO

*Aguardando confirmação (este programa pode sofrer eventuais alterações).